Depois de rodar 500 km, fizemos o check in e já começamos a colocar o espanhol para funcionar com perguntas sobre passeios, locais, mergulho (buceo), jetski, etc. Muita coisa para 2 dias... fechamos um city tour no dia seguinte na parte da tarde (início às 16-17hs e finalizando umas 21h30-22hs) com pôr do sol na Casa Pueblo.
Foi indicado o restaurante Pez Azul acerca (perto) do hotel, um local bem aconchegante e fomos muito bem atendidos. Escolhi um pescado com roquefort e a Bia um lomo (filet mignon) e champignon. Tomamos um vinho Uruguayo e como postre (sobremesa) profiteroles y helado de menta.
Acordamos tarde, tomamos um belo café da manhã com um delicioso doce de leite e fizemos um recorrido de moto pela playa Brava, foi neste passeio que descobrimos que o sol aqui é fuerte!! Tudo bem que minha garupa deixou no hotel o protetor solar, mas achamos que por sermos brasileiros estamos acostumados com sol... Engano, fiquei com o braço queimado e parte do pé (estava de papete), uma coisa linda... muitas fotos a Bia estará de blusa e eu não, ainda não sei o que foi pior, estar com braço queimado ou andar de blusa no calor, o mais certo é que use sempre o protetor solar, mesmo achando o clima fresco. E o sol aqui não perde força, ele está se pondo quase 21hs e está queimando... acho que das 16hs até 17hs é o pior horário para ficar exposto!
Em nosso passeio de moto fomos até La Barra e atravessamos umas 4 vezes a puente ondulada... a Bia morria de rir e eu de rir dela! Só quem passou sabe como é... é uma diversão, parece uma montanha russa, a moto chega a levantar com mais velocidade!
Posso dizer que Punta está dividida em Playa Brava, Playa Mansa, Península e La Barra, mas tem outros bairros e praias, mas com isso você se localiza e é muito fácil, andei depois tudo sem GPS... sem erro, cidade pequena e simples! As praias estão divididas em paradas (a cada 100m tem o número começando por 1 e o mesmo número da Praia Brava corresponde a mesma localização na Praia Mansa). A cada parada tem um ponto de ônibus. As casas não tem números e sim nomes (como os barcos), ou seja, para chegar ao lugar, precisa saber a calle (rua), parada e nome.
Fizemos alguns filmes, tiramos fotos na escultura La Mano, fomos e voltamos diversas vezes para conhecer a cidade. Voltando de La Barra fomos para o Puerto de Punta, tiramos algumas fotos e vimos passeios pela Ilha Gorriti (U$ 100 no barco até 10 pessoas ou havia uma barca para o passeio, mas nem vimos o preço) e Ilha de Lobos que não vimos. Não fechamos nada e precisávamos voltar logo ao hotel para fazer o city tour e ainda almoçar. Acabamos indo ao MC Donalds e paguei a conta usando reais.
No city tour recebemos muita informação e foi ótimo passarmos novamente por lugares que fizemos pela manhã, ver outros ângulos, outros lugares e receber dicas.
Para finalizar o passeio fomos levamos até a Casa Pueblo que fica em Punta Ballena. O lugar é especial, uma construção muito curiosa e com uma apresentação de um poema muito bonito, juntamente com o pôr do sol que gera um clima maravilhoso e o sincronismo bem feito com o sol. Para guardar um lugar é bom chegar cedo. Lá tomamos 2 Patrícias (cerveja local, custo R$ 10 cada uma ou 100 pesos uruguayos) para brindarmos!
Na volta ficamos no Shopping de Punta, já que nosso hotel ficava 3 quadras de lá! Fui ver os preços das coisas aqui, mas nada vale a pena comprar, apenas se estiver realmente precisando e não para economizar comparando com o Brasil. Procurava um suporte para o GPS (o meu quebrou) e não encontrei, mas comprei uma nova capa de chuva para mala de tanque e um saco estanque para o notebook (Motociclo - www.motociclo.com.uy). Depois fomos ao supermercado (Tienda Inglesa) que fica dentro do shopping para comprar porcarias, chocolate, alfajor e sandwich de jámon y queso (presunto e queijo).
Apenas como info, a Praia Brava é de água salgada do Oceano Atlântico e a Praia Mansa é água dolce do Rio La Plata. Está é um lugar perfeito para ir com as crianças... não preciso dizer que está cheio de brasileiros!!
Outra coisa é que os Uruguayos (em todo o país) tomam a erva mate igual aos gaúchos. Levam suas garrafas para todo canto, muito engraçado...
Pronto para mais um dia em Punta?? Não haviámos decidido o que hacer (fazer) e quando se tem pouco tempo este é um grande erro. Acordamos tarde e queríamos ver Lobo Marinho, já que não havia visto na península. O guia do city tour indicou duas empresas e o passeio tinha saída ao meio dia diariamente e leva cerca de 2 hs (45 min de ida, 15 min. para fotos e mais 45 min. volta e não pode descer na ilha, são mais de 3 milhões de lobos em uma área protegida). Este passeio tem o custo de U$ 50,00 e achei que poderia fazer por um bom preço com o dono do barco que faria a Ilha Gorriti, não conseguimos contato por telefone (ele tinha saído para pesca) e então fomos curtir la Playa Mansa.
Chegamos lá (Parada 6) e havia aluguel de jetski (1400 pesos uruguayosPlata e eu só molhei o pé um ratito (pouquinho).
Saímos da praia e fomos ao Porto tentar fechar o passeio de lancha. Chegamos lá para falar com o dono do barco sobre uma visita a Ilha de Lobos e foi nos passado o valor de U$ 250 na lancha que leva até 10 pessoas, mas éramos apenas 2. Achamos muito caro e desistimos... e isso foi depois do meio-dia, então perdemos este passeio pela outra opção mais barata de U$ 50 por pessoa. A nossa sorte foi que conseguimos ver alguns Lobos no Porto, próximo a tenda de pescados (ali eles acabam alimentando os Lobos, este é o ponto para conseguir observá-los).
Fizemos mais um passeio pela cidade e voltamos ao hotel um pouco chateados. Foi então que o pessoal da recepção falou novamente sobre Cabo Polonio. Na manhã tentamos verificar, mas a saída com agência era 8h30. Resolvemos jantar no Restaurante La Vista (ele é giratório) e depois ir ao Cassino do Hotel Conrad, mas ainda era muito cedo (umas 16hs, ainda tinha mais 5hs de sol) para jantar e no dia que visitamos a Casa Pueblo perguntamos na saída se poderíamos voltar já que chegamos apenas para ver o pôr do sol e não conhecemos o museu e galeria do artista.
Nos arrumamos e fomos a Casa Pueblo novamente, assistimos um belo documentário do artista e visitamos todos os andares do museu e galeria. Tivemos bastante tempo para sacar (tirar) fotos, agora com a moto e foi muito bom.
Perto das 19hs, voltamos para cidade e fomos direto para o restaurante La Vista. Tem um mirador (mirante) com elevador panorâmico. São U$6 para subir, no pôr do sol tem consumo mínimo de $15 e o restaurante só abre às 20hs. Ainda faltava uns 20 min. Na ida passamos pela Parada 18, 10, todas com jetski... e eu com aquela vontade de andar, sol mais baixo... decidi fazer a M...
Fomos ao Hotel para nos trocar, estávamos prontos para jantar... e agora tinha que colocar sunga, bermuda... 5 min. e tudo pronto! Seguimos para Mansa, passei o posto 6, depois o 10 e a Bia começou a encher para parar no 10, que não tinha mais nenhum... e eu tinha certeza que havia no 18 também, fui até lá só para mostrar, cheguei lá e disse: "agora que eu estava certo, vamos voltar!!". Bia ficou brava e desceu da moto e foi lá ver o aluguel. Fiz o retorno, desci da moto e vi que ela estava voltando, chegou me dando a câmera fotográfica (Sony) raspada e dizendo que havia caído, não vi como foi, mas estava com dor. Aí fiquei maluco, ela não queria mais subir na moto (temos mais 2 mil km para voltar)... bom aí começou tudo aquilo que um casal normal vive, viveu e viverá!! Noite cerrada... sem jantar, sem cassino, sem rock'n'roll!! Viajar não é só bons momentos e belas paisagens, também sofremos decepções e frustrações... la vita!!
O ditado que diz "depois da tempestade vem a bonança" representa o dia seguinte, o qual colocarei na próxima postagem se a Bia não me matar por tudo que eu disse.
Foi indicado o restaurante Pez Azul acerca (perto) do hotel, um local bem aconchegante e fomos muito bem atendidos. Escolhi um pescado com roquefort e a Bia um lomo (filet mignon) e champignon. Tomamos um vinho Uruguayo e como postre (sobremesa) profiteroles y helado de menta.
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| Olha a cara de cansada... que dó! |
Acordamos tarde, tomamos um belo café da manhã com um delicioso doce de leite e fizemos um recorrido de moto pela playa Brava, foi neste passeio que descobrimos que o sol aqui é fuerte!! Tudo bem que minha garupa deixou no hotel o protetor solar, mas achamos que por sermos brasileiros estamos acostumados com sol... Engano, fiquei com o braço queimado e parte do pé (estava de papete), uma coisa linda... muitas fotos a Bia estará de blusa e eu não, ainda não sei o que foi pior, estar com braço queimado ou andar de blusa no calor, o mais certo é que use sempre o protetor solar, mesmo achando o clima fresco. E o sol aqui não perde força, ele está se pondo quase 21hs e está queimando... acho que das 16hs até 17hs é o pior horário para ficar exposto!
Em nosso passeio de moto fomos até La Barra e atravessamos umas 4 vezes a puente ondulada... a Bia morria de rir e eu de rir dela! Só quem passou sabe como é... é uma diversão, parece uma montanha russa, a moto chega a levantar com mais velocidade!
Posso dizer que Punta está dividida em Playa Brava, Playa Mansa, Península e La Barra, mas tem outros bairros e praias, mas com isso você se localiza e é muito fácil, andei depois tudo sem GPS... sem erro, cidade pequena e simples! As praias estão divididas em paradas (a cada 100m tem o número começando por 1 e o mesmo número da Praia Brava corresponde a mesma localização na Praia Mansa). A cada parada tem um ponto de ônibus. As casas não tem números e sim nomes (como os barcos), ou seja, para chegar ao lugar, precisa saber a calle (rua), parada e nome.
Fizemos alguns filmes, tiramos fotos na escultura La Mano, fomos e voltamos diversas vezes para conhecer a cidade. Voltando de La Barra fomos para o Puerto de Punta, tiramos algumas fotos e vimos passeios pela Ilha Gorriti (U$ 100 no barco até 10 pessoas ou havia uma barca para o passeio, mas nem vimos o preço) e Ilha de Lobos que não vimos. Não fechamos nada e precisávamos voltar logo ao hotel para fazer o city tour e ainda almoçar. Acabamos indo ao MC Donalds e paguei a conta usando reais.
No city tour recebemos muita informação e foi ótimo passarmos novamente por lugares que fizemos pela manhã, ver outros ângulos, outros lugares e receber dicas.
Para finalizar o passeio fomos levamos até a Casa Pueblo que fica em Punta Ballena. O lugar é especial, uma construção muito curiosa e com uma apresentação de um poema muito bonito, juntamente com o pôr do sol que gera um clima maravilhoso e o sincronismo bem feito com o sol. Para guardar um lugar é bom chegar cedo. Lá tomamos 2 Patrícias (cerveja local, custo R$ 10 cada uma ou 100 pesos uruguayos) para brindarmos!
Na volta ficamos no Shopping de Punta, já que nosso hotel ficava 3 quadras de lá! Fui ver os preços das coisas aqui, mas nada vale a pena comprar, apenas se estiver realmente precisando e não para economizar comparando com o Brasil. Procurava um suporte para o GPS (o meu quebrou) e não encontrei, mas comprei uma nova capa de chuva para mala de tanque e um saco estanque para o notebook (Motociclo - www.motociclo.com.uy). Depois fomos ao supermercado (Tienda Inglesa) que fica dentro do shopping para comprar porcarias, chocolate, alfajor e sandwich de jámon y queso (presunto e queijo).
Apenas como info, a Praia Brava é de água salgada do Oceano Atlântico e a Praia Mansa é água dolce do Rio La Plata. Está é um lugar perfeito para ir com as crianças... não preciso dizer que está cheio de brasileiros!!
Outra coisa é que os Uruguayos (em todo o país) tomam a erva mate igual aos gaúchos. Levam suas garrafas para todo canto, muito engraçado...
Pronto para mais um dia em Punta?? Não haviámos decidido o que hacer (fazer) e quando se tem pouco tempo este é um grande erro. Acordamos tarde e queríamos ver Lobo Marinho, já que não havia visto na península. O guia do city tour indicou duas empresas e o passeio tinha saída ao meio dia diariamente e leva cerca de 2 hs (45 min de ida, 15 min. para fotos e mais 45 min. volta e não pode descer na ilha, são mais de 3 milhões de lobos em uma área protegida). Este passeio tem o custo de U$ 50,00 e achei que poderia fazer por um bom preço com o dono do barco que faria a Ilha Gorriti, não conseguimos contato por telefone (ele tinha saído para pesca) e então fomos curtir la Playa Mansa.
Chegamos lá (Parada 6) e havia aluguel de jetski (1400 pesos uruguayosPlata e eu só molhei o pé um ratito (pouquinho).
Saímos da praia e fomos ao Porto tentar fechar o passeio de lancha. Chegamos lá para falar com o dono do barco sobre uma visita a Ilha de Lobos e foi nos passado o valor de U$ 250 na lancha que leva até 10 pessoas, mas éramos apenas 2. Achamos muito caro e desistimos... e isso foi depois do meio-dia, então perdemos este passeio pela outra opção mais barata de U$ 50 por pessoa. A nossa sorte foi que conseguimos ver alguns Lobos no Porto, próximo a tenda de pescados (ali eles acabam alimentando os Lobos, este é o ponto para conseguir observá-los).
Fizemos mais um passeio pela cidade e voltamos ao hotel um pouco chateados. Foi então que o pessoal da recepção falou novamente sobre Cabo Polonio. Na manhã tentamos verificar, mas a saída com agência era 8h30. Resolvemos jantar no Restaurante La Vista (ele é giratório) e depois ir ao Cassino do Hotel Conrad, mas ainda era muito cedo (umas 16hs, ainda tinha mais 5hs de sol) para jantar e no dia que visitamos a Casa Pueblo perguntamos na saída se poderíamos voltar já que chegamos apenas para ver o pôr do sol e não conhecemos o museu e galeria do artista.
Nos arrumamos e fomos a Casa Pueblo novamente, assistimos um belo documentário do artista e visitamos todos os andares do museu e galeria. Tivemos bastante tempo para sacar (tirar) fotos, agora com a moto e foi muito bom.
Perto das 19hs, voltamos para cidade e fomos direto para o restaurante La Vista. Tem um mirador (mirante) com elevador panorâmico. São U$6 para subir, no pôr do sol tem consumo mínimo de $15 e o restaurante só abre às 20hs. Ainda faltava uns 20 min. Na ida passamos pela Parada 18, 10, todas com jetski... e eu com aquela vontade de andar, sol mais baixo... decidi fazer a M...
Fomos ao Hotel para nos trocar, estávamos prontos para jantar... e agora tinha que colocar sunga, bermuda... 5 min. e tudo pronto! Seguimos para Mansa, passei o posto 6, depois o 10 e a Bia começou a encher para parar no 10, que não tinha mais nenhum... e eu tinha certeza que havia no 18 também, fui até lá só para mostrar, cheguei lá e disse: "agora que eu estava certo, vamos voltar!!". Bia ficou brava e desceu da moto e foi lá ver o aluguel. Fiz o retorno, desci da moto e vi que ela estava voltando, chegou me dando a câmera fotográfica (Sony) raspada e dizendo que havia caído, não vi como foi, mas estava com dor. Aí fiquei maluco, ela não queria mais subir na moto (temos mais 2 mil km para voltar)... bom aí começou tudo aquilo que um casal normal vive, viveu e viverá!! Noite cerrada... sem jantar, sem cassino, sem rock'n'roll!! Viajar não é só bons momentos e belas paisagens, também sofremos decepções e frustrações... la vita!!
O ditado que diz "depois da tempestade vem a bonança" representa o dia seguinte, o qual colocarei na próxima postagem se a Bia não me matar por tudo que eu disse.
































































































































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